“O sistema só vai funcionar se trabalhar integrado com a saúde suplementar.”
No momento em que o Brasil se prepara para enfrentar aquele que pode ser o seu pior problema sanitário das últimas décadas, a epidemia da Covid-19, a Visão
Hospitalar conversou com o deputado federal Luiz Antonio Teixeira Jr., o Dr. Luizinho (PP-RJ).
O parlamentar está à frente do Grupo de Trabalho (GT) que, neste instante, destaca-se por apresentar o maior volume de atividade e produção em todo o Congresso Nacional: a Comissão Externa para Enfrentamento ao Coronavírus. Médico ortopedista, Dr. Luizinho já acumula experiência e currículo que o conferem certo protagonismo na Câmara Federal.
Essa experiência foi adquirida, principalmente, no período em que foi secretário municipal e, posteriormente, estadual, de Saúde do Rio de Janeiro, entre os anos de 2013 e 2018. Nesta época, atuando como gestor na “ponta dos serviços”, Dr. Luizinho coordenou esforços para enfrentar uma das epidemias que marcaram o país: a de zika, dengue e chikungunya.
No ano passado, ele foi um dos parlamentares que se destacou na área da saúde, sobretudo pelo volume de projetos apresentados para o fortalecimento e a evolução do setor. Recentemente, atuou como relator do Projeto de Lei (PL) 805/2020, de autoria do deputado Pedro Westphalen (PP-RS), que beneficia diretamente pequenos hospitais prestadores de serviços na rede pública, sobretudo as Santas Casas.
“O projeto diz que, durante a crise, quando as cirurgias eletivas estão suspensas, a rede conveniada receberá as verbas contratualizadas independentemente do cumprimento das metas. Mais de 50% dos atendimentos do [Sistema Único de Saúde] (SUS) vêm dos hospitais e clínicas conveniados. Temos que garantir o seu funcionamento para não quebrar o sistema”, frisa Dr. Luizinho.
À frente da Comissão Externa desde o mês de janeiro, o deputado tem coordenado uma extensa e complexa agenda, de forma equilibrada e harmoniosa. A união entre os dez parlamentares que integram a Comissão, oriundos de diferentes agrupamentos políticos, para aprovar medidas urgentes ao enfrentamento da epidemia, tem sido um dos aspectos mais enaltecidos deste colegiado.
Para Dr. Luizinho, isso demonstra um entendimento maduro da Casa em relação à gravidade do problema. “Não é hora nem de disputa política, nem de lucrar na tragédia. A hora é de nos unir para conseguir sair dessa crise, que é, acima de tudo, uma crise humanitária, que vai matar ricos e pobres, indistintamente.”
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