‘Investimento em controle alfandegário é essencial nesse momento’, defende Dr. Luizinho
Presidente da Comissão Externa de Enfrentamento à Covid-19 defende testagem em massa e controle anfandegário para controle de cepa indiana

O deputado Dr. Luizinho (PP-RJ), que preside a Comissão Externa de Enfrentamento à Covid-19, defendeu um maior controle da entrada de visitantes e trabalhadores de outros países, tanto pelos portos e aeroportos, quanto pelas fronteiras terrestres, para evitar a disseminação da nova variante do coronavírus já identificada em mais de 50 países, inclusive no Brasil.
“Essa é a hora em que vai ser muito mais barato um investimento no controle de fronteiras, do que um investimento para tratar pacientes. Isso está mais do que provado”, reforçou.
O deputado também defende o exame de PCR antígeno compulsório para todas as pessoas que entram no Brasil, impondo a quarentena para quem testar positivo.
“Eu fiz uma defesa e hoje o governo do estado do Rio de Janeiro iniciou o PCR antígeno para todas as pessoas que desembarcarem no Rio de Janeiro, quem testa negativo, ok, e quem testa positivo segue para a quarentena. É um conjunto de medidas que precisam ser tomadas”, afirmou o deputado.
Dr. Luizinho lembrou que, desde 2020, defende essas medidas de contenção do vírus e que é fundamental a efetividade dessas ações para conter o avanço de novas cepas.
“Nós hoje temos medidas para evitar novos casos, mas sempre há um risco com uma nova variante, por isso eu acho fundamental a gente tentar conter a entrada dessa variante no país”, concluiu.
A Comissão Externa de Enfrentamento à Covid-19 realizou audiência pública, nesta terça-feira (1), para discutir o risco do aumento de casos em curto prazo com a disseminação da variante do novo coronavírus no Brasil, a cepa indiana chamada B.1.617.
O debate foi solicitado pelo deputado Dr. Luizinho e pela relatora da Comissão, deputada Carmen Zanotto (Cidadania-SC). Foram convidados para discutir o assunto com os parlamentares:
– a técnica do Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde, Walquiria Almeida;
– o assessor técnico do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) Fernando Campos Avendanho;
– o coordenador de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência
da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz),Rivaldo Venâncio; e
– o secretário de Serviços de Saúde do Supremo Tribunal Federal (STF), Wanderson Oliveira.
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